O que é o ATLAS — Veste o mapa com as bandeiras dos 195 países
O ATLAS abre um continente em branco e deixa-te escolher por onde começar. Tocas num país, escreves o nome, e se acertares o território deixa de ser cinzento e passa a mostrar a bandeira desse país, do recorte da costa até à última fronteira. Não há ordem imposta nem contagem decrescente a assustar-te: despachas primeiro os que sabes de cor e vais fechando o mapa até só sobrarem os difíceis. São 195 países soberanos repartidos por seis continentes — 50 na Europa, 49 na Ásia, 54 em África, 23 na América do Norte, 12 na América do Sul e 15 na Oceânia — e oito deles, da Rússia ao Egito, aparecem em dois continentes, porque é aí que estão.
Os territórios que não são países independentes, como a Gronelândia, Porto Rico ou a Nova Caledónia, continuam desenhados a cinzento-escuro e fora do jogo: servem para reconheceres a costa, não para responder. Cada país dá-te quatro tentativas e três pistas que podes pedir, e ambas custam pontos, por isso quem acerta à primeira e depressa faz mais do dobro de quem lá chega à quarta. O mapa amplia até catorze vezes com a roda do rato, com dois dedos ou com os botões do canto, e os países pequenos de mais para acertar com o dedo — o Mónaco, o Vaticano, Nauru, Tuvalu — trazem um alvo redondo por cima para não ficarem de fora.
Como jogar
- Escolhe um continente no ecrã inicial. Os seis cartões mostram o mapa que vais ter pela frente e quantos países lá estão à tua espera.
- Toca num país. O contorno acende-se e abre-se em baixo a caixa «Que país é este?»: escreve o nome e carrega em Enter ou na seta ao lado.
- Se errares ficas com mais três tentativas, e os quatro pontos ao lado da caixa mostram quantas te restam. Passada a quarta, o país é revelado e fica marcado a vermelho.
- Carrega em Pista quando não sais do sítio, ou em Revelar para passar à frente. Assim que o último país estiver resolvido aparece a folha de contas da partida.
Estratégias que funcionam
- Acertar à primeira vale 100 pontos, à segunda 65, à terceira 40 e à quarta 20. Pensar mais dez segundos compensa quase sempre um palpite atirado às cegas.
- O bónus de rapidez só conta na primeira tentativa: são 45 pontos se responderes de imediato e descem até zero aos dezoito segundos. Um palpite errado apaga-o por inteiro.
- Cada acerto à primeira e sem pistas soma à sequência, e a sequência multiplica: ao décimo seguido estás a ganhar mais 50% em cada país. Um erro põe o contador a zero, e é por isso que convém começar pelos países que sabes de cor.
- As pistas custam 10, 22 e 38 pontos acumulados. A primeira dá-te a letra inicial e o número de letras, e costuma bastar para desbloquear um nome que tens na ponta da língua; a terceira mostra a bandeira e quase nunca é precisa.
- Podes responder em português, inglês, espanhol ou francês, sem acentos e sem medo de uma letra trocada: «espana», «franca» e «bielorussia» são aceites. O que o jogo nunca aceita é o nome de outro país — «Inglaterra» não serve para o Reino Unido.
Um pouco de história
O ATLAS foi escrito de raiz para o puzzle-me.com e é o único jogo do site em que a bandeira é o prémio e não a pista. Os contornos vêm do Natural Earth, o atlas cartográfico de domínio público, na escala 1:50 000 000, e cada continente é desenhado na projeção azimutal equivalente de Lambert, publicada por Johann Heinrich Lambert em 1772: é ela que mantém as áreas fiéis, para que o Sudão não encolha nem a Gronelândia inche. As 195 bandeiras vêm do flag-icons, uma coleção com licença MIT, convertidas em imagens pequenas que viajam dentro do próprio ficheiro do jogo — nada é pedido a um servidor de fora, nem sequer a bandeira que estás a ver. A tolerância a gralhas usa a distância de Levenshtein, descrita por Vladimir Levenshtein em 1965 para contar quantas letras é preciso mudar para transformar uma palavra noutra.
Perguntas frequentes
É preciso instalar alguma coisa ou criar conta?
Não. O ATLAS corre no navegador, no computador e no telemóvel, e joga-se ao dedo tão bem como ao rato. Não há registo nem descarga: o jogo inteiro, mapas, bandeiras e os nomes dos países nos quatro idiomas, vem dentro da própria página, por isso continua a funcionar se ficares sem rede a meio de uma partida. O teu melhor resultado em cada continente fica guardado no teu aparelho.
O desafio diário é mesmo igual para toda a gente?
É. Em modo diário o jogo não te dá o continente inteiro: sorteia um continente e dez países desse continente a partir da data em UTC, e é essa data, e não o relógio do teu telemóvel, que decide tudo. Quem jogar em Lisboa, em São Paulo ou em Tóquio no mesmo dia recebe exatamente os mesmos dez países. Acabada a corrida oficial podes continuar a jogar à vontade: só a primeira partida conta para a classificação do dia.
Como é calculada a pontuação?
Cada país vale 100, 65, 40 ou 20 pontos conforme a tentativa em que acertas, menos 10, 22 ou 38 se pedires pistas. À primeira tentativa juntam-se até 45 pontos de rapidez, que se desvanecem aos dezoito segundos. Acertos seguidos à primeira e sem pistas dão um multiplicador que sobe 5% de cada vez, até 50%. No fim entra o bónus final: até 1800 pontos pela percentagem de acertos, elevada ao quadrado, mais 2,5 pontos por cada segundo que sobre de um orçamento de catorze segundos por país.


